Arquivo para Dezembro 4th, 2007

Castlevania: Circle of the Moon

castlevania.png

Muitas vezes eu me pego lembrando da triforce castlevânica do GBA.

Circle of the Moon, Harmony of Dissonance e Aria of Sorrow são tudo que o GBA oferece castlevanicamente. Nutro um ódio rebelde por HoD (Harmony of Dissonance), se parece até com uma cópia do perfeito Symphony of the Night (sem fanatismo, o jogo é bom mesmo), só que alguns trilhões de vezes pior.

Já AoS (Aria of Sorrow) é lindo, e foi o último a ser lançado. O mais bonito dos três, armas lindas (o único que você não usa um chicote, nos de GBA), várias almas para se “capturar”, entre outras coisitas mais. Foi o primeiro de GBA que zerei, e gostei bastante. Mas não é meu preferido.

O primeiro, primeiríssimo lugar na minha opinião, fica com (COTM) Circle of the Moon. Foi o primeiro a ser lançado, e eu consido o melhor, mais divertido. É como qualquer Castlevania que se preze: chicotear inimigos por um castelo enorme e no fim enfrentar o vampirão Drácula. E o engraçado é que não se usa nenhum Belmont nessa versão, e o personagem ainda usa um chicote.

O ano? 1830. Tu nem era nascido, nem eu. Num antigo castelo austríaco, alguns filhos de puta estão tentando reviver O CONDE DRÁCULA (essa é a hora que você gela). Eis que surgem um caçador de vampiro, Morris Baldwin, que traz seu filho Hugh Baldwin e um louco aleatório chamado Nathan Graves (o protagonista). Tanto Hugh quanto Nathan são aprendizes do velhote Morris na arte do “vampire hunting”.

Mas eles chegam tardes demais. Uma filha da puta chamada Camilla acabou revivendo Drácula alguns segundos antes deles chegarem (nossa, que clichê). Mas o vampiro retardado precisa esperar até o ritual da lua cheia para restaurar todo o seu poder de volta, então ele quebra o chão da sala onde a putaria tá acontecendo, fazendo com que Hugh e Nathan caiam lá pra puta que pariu. Morris, entretanto, continua lá em cima, junto de Drácula.

Mas Hugh é um mimadinho viado. Quando ele e Nathan caem numa espécie de caverna estranha, Hugh fala que é melhor que Nathan saia dali rápido, pois ele vai ficar ali e buscar seu pai. Hugh então cai fora da cena e o controle do Nathan vai para o jogador. E o jogo começa.

Os Castlevanias novos sempre tem diferenças de gameplay uns dos outros, e CotM não é diferente. Ao matar certas criaturas pré-determinadas, Nathan pode receber uma carta, que vai fazer parte do sistema de DSS (Dual Set-up System) do jogo. É simples. Existem dois tipos de carta: as Action e as Attribute. No menu de DSS, você pode selecionar uma Action e uma Attribute. Sozinhas, são inúteis. Mas, quando se seleciona uma de cada tipo, ao apertar L, o personagem irá executar um efeito em si mesmo ou magia. No fim do post darei o link do meu F.A.Q na GameFAQs que explica bem direitinho, se não entendeu agora.

Exemplificando: se você juntar a carta Mercury, que altera o chicote, com a carta Salamander, e apertar L, cada golpe do seu chicote sairá.. com chamas! Claro, tudo ao custo dos Magic Points (MP), fãs de RPG como eu já devem estar acostumados. Há um total de 10 cartas Action e 10 Attribute, totalizando 100 combinações diferentes de técnicas especiais com as cartinhas.

Algumas cartas são bem raras, e tem até as cartas de invocação, onde o comando é diferente. Mais detalhes no meu guia aqui.

FOTINHAS!

Na ordem: Nathan Graves / Hugh Baldwin / Morris Baldwin [careca ganha!]


 

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