Arquivo para Agosto, 2007

Blizzard pensa que, algum dia, possivelmente criará outro MMO

Leiam a notícia aqui.

Alguém aí pensou em World of Starcraft?

Phantasy Star (de novo)

Eu sempre achei que Phantasy Star tivesse muitas curiosidades interessantes. E eu estava certo!

Deixe-me compartilhar alguns achados.

Em uma das cidades do jogo, ao se entrar na casa de uma mulher, ela pergunta SE VOCÊ GOSTA DOS JOGOS DA TEC TOY. Tec Toy é a Sega no Brasil, pra quem não sabe. Desconheço o que ela fala na versão original, mas achei bem interessante. Segue a foto.

Outro ponto interessante é quando se troca o pote de lacônia por Myau, o gato falante que ajuda Alis na sua missão.

Inicialmente, o dono do gato pede nada mais nada menos que 1 BILHÃO DE MESETAS, a moeda do jogo. Logicamente é impossível adquirir esse dinheiro. O contador trava em 65.535, e dou um biscoito pro primeiro que descobrir PORQUE trava nesse número! :)

Post rápido. Depois mais.

Phantasy Star

Em toda minha vida jogueteando RPGs, com certeza muitos foram marcantes. Alguns eram únicos, outros eram uma grande série. O maior exemplo disso é Final Fantasy.

Mas não é só de Final Fantasy que vive um gamer de RPG’s eletrõnicos, certo?

A muito tempo atrás, enquanto a internet ainda era um mistério para a maioria, e a putaria rolava solta, eu sempre ia atrás de jogos interessantes, e acabei topando com Phantasy Star, ou simplesmente PS. Assim que joguei, vi que esse jogo prometia. Depois de horas e horas jogando os quatro da série nos emuladores da vida e nunca ter zerado nenhum, vi que era foda demais pra mim e joguei fora.

Mas esses dias deu uma saudade, e resolvi compartilhar informações do jogo com vocês que me lêem, os poucos que me lêem. Não que eu me importe.

 

Phantasy Star 1

O primeiro da série foi muito interessante. Era um RPG comum, onde você controlava uma garota chamada Alis Landale. No início do jogo, Alis vê seu irmão Nero morrendo pelas mãos dos guardas contratados pelo rei atualmente, chamado Lassic. Nero avisa a Alis para que ela acabe com a tirania de Lassic, e diz que um homem chamado Odin poderia ajudá-la nessa aventura.

Nessa aventura, a garotinha Alis se envolve em várias coisinhas interessantes. Potes de lacônica, encontrar gatos falantes, despetrificar Odin por causa de uma Medusa… enfim, o enredo é bem legalzinho, até. Nada demais, nada de arrancar lágrimas, nada de meter pau na igreja e na sociedade… coisa simples. Afinal, estamos falando de 1987!

Esse jogo teve um diferencial muito grande dos outros RPGs. Seu cartucho ocupava 512 KB, e era um jogo caríssimo: 70 dólares. Chegou a um ponto em que o preço do próprio Master System estava quase igual ao do game, que foi o mais caro já feito naquela época!

Mas o que fazia dele um jogo tão bom? São vários os fatores. Ele tinha o diferencial de que as dungeons, as famosas cavernas nos RPGs, eram todas em primeira pessoa, assim como as batalhas. E, sem NENHUM mapa e lutinhas aleatórias a todo instante, tornavam esse jogo MUITO difícil. Mas todo mundo adorava. E, em alguns casos, adora nos tempos de hoje, como eu.

Os gráficos nas cavernas em primeira pessoa, das criaturas.. era algo realmente bom. Alguns jogos da próxima geração ainda tinham gráficos piores que os de Phantasy Star. Foi um sucesso grande.

O jogo tinha apenas quatro personagens, que entravam na equipe. Alis, a heroína guerreira das espadinhas. Myau, o gato FALANTE que usa suas garras fortinhas e magias de cura, além de custar 1 bilhão de mesetas (a moeda do jogo). Odin, o fodão do grupo, o mais macho, que usa machados, espadas e até mesmo armas. Finalmente, temos Lutz (também conhecido como Noah), o magão do grupo… ou melhor… o grande mistério do jogo. Em nenhum jogo da série Phantasy Star fica claro se Lutz (Noah) é homem ou mulher. É um GRANDE mistério. Provavelmente o personagem mais forte do jogo.

Phantasy Star I fez bastante sucesso no Brasil. Isso se deve ao fato dele ter recebido uma tradução para português do brasil (pt-br), oficial, feita pela Tec Toy. Com certeza teve muito neguinho aí jogando e tentando passar das caverninhas horríveis do jogo.

Vale a pena jogar, só pra conhecer. É um jogo “tosco”, se formos ver os RPGs da próxima geração (SNES e Mega Drive). Mas ainda é um ótimo jogo.

Bônus [+funny]

Falsa morte de Nero:

Verdadeira morte de Nero:

nero.jpg

Obrigado e voltem sempre.

Megaman 2…

Vejam minhas tricks, heh.

Ainda vou fazer dos outros, é bem legal.

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Final Fantasy 4~7 (Primeiros Chefes)

Encontrei um detalhe interessante, que vale comentários, sobre os primeiros chefes dos Final Fantasy IV, V, VI e VII… todos eles tem uma coisa bem interessante em comum.

Todos eles tem uma espécie de defesa interessante. Será que só eu percebi isso? O que eu quero dizer, caros leitores, é que todos os chefes, seja ele um dragão da névoa (FFIV), um pássaro gigante (FFV), uma lesma (FFVI) ou até mesmo um robô escorpião (FFVII), tem um modo ofensivo e defensivo. Mostrarei-vos!

Final Fantasy IV

Depois do blábláblá e de Cecil se juntar ao Kain, e irem entregar um pacote misterioso, eles então na Mist Cave, e no fim enfrentam o Mist Dragon.

Mist Dragon de FF4. A direita, o dragão em si. A esquerda, o modo defensivo.

Final Fantasy V

Já em FFV, nossos queridos amigos (Butz, Lena, Galuf e Faris) vão ao TEMPLO DO VENTO, ou Wind Shrine. É um lugarzinho escroto e simples. No entanto, se encontram com o chefe pássaro gigante. Cruel!

Wing Raptor, de FFV.

Final Fantasy VI

Quando Terra e os amekenhows dela entram na caverna com tudo, aparece essa droga aí pra encher o saco. Que horror!

Bem feito, né? Whelk, FFVI. Feito por um fã.

Final Fantasy VII

Se eu disser que nao gosto desse jogo eu vou levar porrada. Mas é, eu não gosto tanto desse jogo, sorry.. mas, enfim. Esse é o Boss mais tosco da série dos que se defendem. Ele é um escorpião, na primeira dungeon do joguete.

Péssima qualidade.

E é isso. Post rápido aleatório só pra postar.


 

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