Arquivo para Junho, 2007

Ahn?

Quem viu, viu. Quem não viu, só lamento!

O post “Minha Sala” virou pó, lenda. Se veio procurando ele por aqui, se ferrou, porque ele já foi pro saco.

See ya.

Orkut = Hipocrisia?

Já pararam pra perceber que o Orkut é bastante hipócrita? Falando bem sério. Vou tirar a descrição de uma comunidade do orkut, que certamente vai tirar palavras da minha boca. Ou dos meus dedos. Segue:

Amor é amor. Amizade é amizade. Falsidade é inveja. Inveja é fruto da sua própria falta de competência!! Tem coisa pior do que esse amor trivial que ronda insensívelmente nosso ciclo de amigos? Pessoas que mal te conhecem, te chamam de querida(o) e não economizam em dizer que te amam(o tempo todo!). Sem trégua, sem pensar no que estão dizendo e sem nem ao menos SENTIR o que é o amor? Amor é algo muito maior do que isso, é algo que se constrói com o tempo, através de atitudes que incluem carinho, afeto, AMIZADE, conforto, apoio, e porque não dizer troca!? No orkut todo mundo ama todo mundo, fotolog então nem se fala...Bahhh...Tá na moda ser meigo? Ou será que tá na moda ser falso?! Eu sei que vc ama muita gente(eu tbm!!) e mta gente te ama(e por incrível q pareça, me amam tbm!!)...mas vamos combinar que...aquela fulaninha q mal fala contigo...ama o caralho!!!! Pq sorrir é bom e todo mundo gosta, mas sorriso falso(aquele q dura no máximo 2 segundos e simplesmente DESAPARECE DO NADA) é pior do que cara feia!

(Comunidade: Hipocrisia Social)

Cheio de erros mas tudo bem. O Orkut hoje gerou realmente essa nova moda de ser “falso”. Gente que nunca se viu pessoalmente dizendo coisas do tipo “Você tá bem aqui ó > s2″ é no mínimo estranho! E o pior é quando rola aquele esquema de reciprocidade. “Tô enviando depo pra todas as minhas amigas, só pra eu poder receber também, h3h3h3h3h3h3″, isso acontece muito, dá pra reparar.

Tem que criar depoimento pro povo que merece, caralho. E não pra qualquer retardado que conheceu 3 dias atrás, dizendo “te amo mtu!!!!11″, e acredite novamente, já vi isso. Lógico, não vou citar nomes, não posso citar nomes, e principalmente NÃO QUERO citar nomes.

Mas eu sei de cada um, até demais.

Jonas Greb?

Porra, como, assim, se eu escrever Jonas Greb milhões de retardados vão clicar no link da caverna no google, após uma semana?

;D

Próxima Atualização

Pessoal, só vou poder atualizar a Caverna agora quando eu terminar de joguetear Terranigma, visto que eu quero fazer uma resenha big dele (maior que a do seiken densetsu 3, e melhor, provavelmente), achi esse jogo muito interessante e pretendo resenhá-lo a qualquer custo, nem que eu tenha que ir em Grecliff pela 25³ vez.

Ah, e acompanhem um preview da resenha no blog aliado, que fui convidado à postar, na Devil’s Devian . Vejam no menu ao lado.

Seiken Densetsu 3

sfcbox_front2.jpg

Once, when the world was yet
trapped in darkness, the
goddess of Mana felled 8
incarnations of disaster
that guided the world
to destruction,
the God-Beasts, with the
Sword of Mana, and
sealed them in 8 stones.
And, as the darkness left,
the world was created.

The goddess of Mana turned
herself into a tree, and fell
asleep. Many years passed…

Due to the actions of some who
plot to unleash the God-Beasts
from the stones, obtain power
surpassing even that of the
gods, and make the world their
own, conflict breakts out
heralding the end of peace…

Mana is rapidly disappearing
from the earth. Even the Mana
Tree has begun to wither…

Resenha: Seiken Densetsu 3

Plataforma: SNES
Estilo: Action RPG
Produtora: SquareSoft
Lançamento: 30/09/1995
Jogadores: 1 ou 2

Seiken Densetsu 3. Um dos raros jogos em japonês que REALMENTE deveriam ter sido oficialmente traduzidos, mas não foram, o que é uma pena. Para quem não sabe, Seiken Densetsu 3 seria a continuação do jogo Legend of Mana, também para SNES, mas foi lançado apenas no japão. É popularmente conhecido também como Legend of Mana 2. Como uma continuação, herdou várias características da primeira versão, melhorou outras, etc.

Logo de cara, você lê essa introdução cremosa que eu coloquei acima, e na tela, alguns dos nice graphics que você vai poder esperar do jogo. Logo depois da introdução, o jogo te proporciona uma escolha interessante: há 6 personagens na tela, você deve escolher apenas 3 para formar sua equipe. São eles: Duran, um guerreiro de Forcena, Carlie, uma garotinha de Holy City Wendel, Angela, uma feiticeira do Reino de Altena, Lise, uma amazona do Reino do Vento (!?), Kevin, um lutador que tem um lobo do Beast Kingdom (HÃ!?), e, por último, Hawk, um ladrão da Fortaleza de Navarre.

Por mais que não pareça de início, esse jogo tem um protagonista SIM, diferente de Final Fantasy VI. por exemplo. O diferencial aqui, é que VOCÊ decide o protagonista! Existem 3 finais diferentes, e 6 começos diferentes (um final pra cada dupla de personagens, e uma abertura pra cada personagem). Enquanto Duran terá que vencer um cavaleiro mal-encarado no início, Hawk vai ter que ralar pra roubar uma casa na cidade, etc. É um esquema bem legal, é muito difícil ver coisas parecidas. Você é quem decide os 3 que estarão no seu time PRA SEMPRE, será impossível mudar, a escolha é irreversível. Escolheu, já eras. Isso PODE parecer meio preocupante no começo, tipo: “Omg e ci eu escolhê time ruim omg to ferrado”, mas não tem muito o que se preocupar, todas as combinações são boas. Lógico, algumas funcionam melhores que as outras, mas em geral, dá pra fechar o jogo numa boa com qualquer combinação.

Se vocês derem uma checada na historinha do começo do jogo (que eu coloquei ali em cima, só pra constar), provavelmente vão achar que esse jogo é o clichê supremo gayish from hell, certo?

*toca Kefka Theme de fundo*

Negativo. É uma das histórias mais bacanosas do SNES. Ir atrás dos espíritos é bem bacana. A todo o instante, sentem a mana acabando no planeta. “Tá todo mundo fodido”, foi o que eu pensei ao jogar este joguete. O mais interessante, é que zerar apenas uma vez não é o suficiente para desvendar tudo que o jogo tem a oferecer. São necessários 3 fechamentos pra ver todos os finais, cobrir todas as possibilidades direitinho. A melhor parte é que toda playthrough é diferente. Diálogos mudam, até o vilão inicial muda. É bem gostoso de jogar…

E agradeçam aos desgraçados que traduziram esse joguete. Se não fossem eles, tava todo mundo FODIDO, porque, como eu já disse acima, não saiu versão em inglês, só japa. E nem precisa comentar que história de jogo em japa é cruel de se entender, né?

Esse jogo é incrível. Por mais que cada um dos personagens tenha a sua história, HÁ UMA HISTÓRIA ÚNICA QUE ENVOLVE TODOS ELES. É bem interessante. Basicamente, a história gira em torno de grandes reinos que estão afim de ir atrás das pedrinhas de mana, artefatos sagrados e muito fortes. Ou seja, é tudo por causa da ganância. Clichê.

what-cliche.jpg

Apesar dessa história de “Ganância pra ir atrás de objetos fodões só pra ficar mais fodão” já ser bem manjada, ela cai bem nesse jogo, até porque ele traz várias inovações interessantes (basicamente, a escolha dos personagens no começo) que mudam bastante essa história. Cada um dos reinos também tem seus motivos de quererem as pedras, o que também é interessante. Apesar de simples, fica interessante com o tempo. Hawk é um ladrãozinho qualquer, e Kevin é um carinha meio solitário que vive com seu lobo. Seus objetivos iniciais são diferentes. Mas como que, no fim, eles acabam tendo que se unir para um objetivo único? Descubra jogando.

Tecnicamente, esse jogo brilha. Gráficos lindíssimos, em todos os aspectos. Acompanhe na foto ao lado, um chefe maravilhosamente bem feito. Os cenários, principalmente em florestas e cidades, é lindo de se ver. A animação das criaturas, dos personagens, dos chefes.. tudo flui em perfeita harmonia. As magias, então? São todas belíssimas, usam efeitos de transparência perfeitos. Droga, a névoa, as flores, a água se movendo… é perfeito. Fizeram um trabalho surpreendente nesse jogo. Hahah, detalhe pros inimigos morrendo, geralmente os ossos começam a voar e toca um sonzinho cruel. Coisa de louco.

O jogo brilha bastante na história e nos gráficos, mas é na jogabilidade que ele alcança o infinito. Sistema de batalhas PERFEITO. Antes de mais nada, temos as cidades, onde nosso(s) herói(s) podem andar por aí, fazer compras, conversar com pessoas.. como em praticamente todo RPG. Quando saímos da cidade, não há um mapa-mundo, mas sim grandes campos, ou florestas, com cavernas e blablabla. Não há batalhas aleatórias! O jogo todo é um Action RPG, ou seja, um RPG de ação, onde a batalha ocorre no próprio campo onde os heróis estão, que mudam sua posição de viajantes, para uma posição de combate. O movimento fica um pouco mais estranho, e demora um pouquinho pra pegar o jeito dos ataques, mas nada demais. Há a presença de níveis (level), status, experiência, etc. Quando o herói ataca um inimigo (ou o contrário), é então mostrado o dano, e, quando o monstro morre, um pequeno número verde indica a experiência que ele deixou.

levelup.jpgApesar de não parecer de início, é importante fazer o sagaz ritual de treinamento, matar monstrinhos só pra elevar o nível dos personagens, visto que esse jogo pode ser BEM difícil se você não fizer. Quando um personagem sobe de nível, uma nova tela aparece, e você pode selecionar apenas UM status (foto ao lado) para aumentar. Alguns se preocupam, com medo de ferrar o personagem botando ponto onde não deve, mas em geral, o jogo é zerável de qualquer modo, então não há muita preocupação. Quando as criaturas do jogo morrem, elas podem deixar um baú, as vezes. Esse baú pode conter itens de recuperar HP (bombons, chocolates… e falo sério) ou até mesmo armadilhas, então cuidado. O ideal é que personagens com alto valor no status LUCK abram os baús.

Como é um Action RPG, não significa necessariamente que você só usará um personagem! Nesse jogo, você controla um dos personagens (o padrão é que seja o primeiro que você escolheu na tela de escolha de personagens, que será o seu protagonista), e a AI se encarregará dos outros dois. Mas não se engane, a AI do jogo não é tão burra! É possível alterar as táticas de batalha também, tudo no menu. Falando no menu, nele você pode equipar seus personagens, ver suas próximas classes, quanto de Luc (a moeda local) você tem, etc.

E falando em classes, sim, elas estão presentes E MUITO nesse jogo! É um dos meus aspectos favoritos. Todos os personagens tem uma classe básica, que é Neutra. No nível 18, eles tem a oportunidade de trocar essa classe “falando” com a grande pedra de mana numa caverninha bacanosa chamada Corridoors of Wind. Lá, cada um dos seus personagens de level 18 ou superior podem escolher entre avançar para uma classe Dark ou uma classe Light. Depois, no level 38, há outra mudança de classe, mas agora você necessitará das “??? Seeds” que podem vir de quaisquer criaturas que você massacrar, mais pelo fim do jogo mesmo. Classes Dark podem escolher entre outra Dark ou uma Light, e o mesmo acontece com as Light: podem continuar Light ou escolher uma Dark. São as chamadas classes “Dark-Light” ou “Light-Dark”. Dá um total de 7 classes pra CADA personagem, como são 6, há um total de 42 classes no jogo. Bastante, uh? Fica mais ou menos assim, pra quem ainda não entendeu muito bem:

>   ou   (Light ou Dark)

>   ou  (Light Light ou Light Dark)

ou  (Dark Dark ou Dark Light)

As possibilidades de grupo, então, ficam enormes. Isso aumenta muito o fator replay, e é um dos motivos que eu gosto tanto desse jogo. Cada classe tem suas magias, algumas tem equipamentos únicos (por exemplo, apenas classes Light do Duran podem equipar escudos, e ele aparece no personagem!), umas podem soltar shurikens, outras encantam a arma com algum elemento, e por aí vai.

Só pra encerrar sobre a batalha: as magias são facilmente acessíveis (você pode invocar magias de outros personagens sem precisar estar controlando-o), há um sistema de “skill especial” que varia de classe pra classe que consiste na barrinha perto da face do personagem (lá embaixo), a cada porrada normal que você dá no inimigo, essa barra aumenta. O golpe inicial das classes neutras é bem parecido e nada muito interessante, mas os das próximas classes são bem legaizinhos, vale a pena dar uma salvada antes pra testar as duas próximas classes. Ah, e se você quiser diversão dobrada, chame um amigo pra controlar um dos personagens no segundo controle. É bem interessante!

Nem preciso dizer que o fator replay desse jogo é ótimo, né? Várias classes, personagens, enredo e finais diferentes dependendo do seu grupo, aliados ao fato da batalha ser gostosa de jogar e os gráficos serem soberbos, fizeram desse jogo um dos poucos que eu joguei várias vezes, de tão tesudo que é. Droga, nem Chrono Trigger eu joguei várias vezes, mas esse conseguiu.

Finalizando, se você é fã de RPG’s, por favor, faça um favor a você mesmo e BAIXE JÁ a ROM e o IPS de tradução pra jogar no seu emulador frescurento. Se você curte jogos de ação, também pode ser uma boa pedida. Se você é da galera do Counter-Strike… o que você tá fazendo na Caverna Nerd?

Até mais, e fiquem com a foto ao lado que é a de um dos chefes do jogo.

 

 

 

 

Novo Banner

Nova fotinha ali em cima, pra querida caverna nerd ficar mais interessante. Cortesia de mim para mim mesmo.

Ah, e a linda caverninha tem exatos 3 meses e 10 dias! Não é emocionante?

Agora sério, amanhã vai rolar post sobre um jogo novíssimo, com certeza. É o Peggle Deluxe, ou apenas “Peggle”, ou simplesmente “Joguinho de atirá as bolinha”, antes de mais nada baixem ele por aqui (lá no final). Ah, e agradeçam ao No Controle, se não eu nunca teria achado esse joguete maravilhoso pra comentar com vocês, uh!

Amanhã eu invento algo pra falar desse jogo. Sei lá do que diabos eu vou falar desse caralho, mas vamo ver na hora.


 

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