Ok, vamos pra um post de verdade… aquele último ali, eu RI!
Angry Nintendo Nerd. Ele é um cara beeem foda em resenhar jogos, e tem um sucesso estrondoso no YouTube. Esse cara é verdadeiramente foda! Ele consegue fazer piadas bem.. bem… malucas, envolvendo vômitos de mamutes com KAWA FUCKIN PIECE OF DOGSHIT… ok, se você ver, vai entender. Bem, o cara é tão foda que tem até temazinho próprio e destaque no site da GameTrailer’s, além de ter uma porrada de videogames, de NES à Nintendo 64. Um tr00 nerd!
Os vídeos dele não aceitam “Embedding”, ou seja, não dá pra botar diretamente aqui no blog. Até dá, mas não vai adiantar muito. Vou mandar logo o endereço do usuário dele (JamesNintendo) no youtube, assim vocês aproveitam e vêem os vídeos favoritos dele, tem até um carinha que remixou à 3 dias atrás a theme song do A.N.N.
Clica! – e Clica aqui pra ver a theme song remixada. Muito foda.
Eu me pego revendo vários vídeos dele, principalmente o que resenha o jogo DR. JEKYLL and MR. HYDE. Vejam e prestem atenção no clima triste e furioso dele.
Esse cara é bom. You can’t go wrong with him. Alguns vídeos tem legendas em português feita por fãs, mas só alguns. A maioria mesmo nao tem legenda, então inglês se faz necessário. Ou você não sabe!?
Algum dia você já se sentiu um impotente? Não tô falando disso que sua mente maliciosa pensa, mas impotente de não ter coragem. Não ter coragem pra falar algo, admitir algo.. ou o que for.
Sinceramente, eu não sou ufano disto. Ufano, conhece? Vem de Ufania. Orgulho. Ufano é quem tem orgulho. Uma formosa palavra, de fato.
Sometimes, você quer uma máquina do tempo realizar alguma atividade não feita no passado.. acho que isso deve ser bem normal. Faz parte da nossa vida, da nossa existência. Não importa quando, isso vai te cercar até a tua partida, ao teu fim, ao teu eterno descanso. As vezes acho que até um falecido deve querer isso.
A vastidão do tal pensamento é grande. Amplo pensamento. Mas o que diabos eu estou tentando falar..
..nada. Apenas tentando criar o POST MAIS NON-SENSE DA CAVERNA NERD.
Ok, me inspirei pra fazer esse postzinho com a parte do 4Shared do post anterior.
Seguinte, números são muito usados no lugar de letras, geralmente para acelerar a digitação ou até mesmo por boniteza..
Citado no meu post “O Melhor do GBA”, tá mais que na hora de resenhar essa maravilha obra pra os fãs de estratégia em turnos do GBA.
Antes de mais nada, queirodos fãs de Final Fantasy Tactics (FFT): não reclamem deste joguete. De FFT, esse jogo só tem umas músicas e um pouco do estilo. Geralmente recebe notas ridículas pelos jogueteadores, mas apenas por causa do FFT, droga, Final Fantasy Tactics Advance (FFTA) nunca foi dito que seria uma continuação, então, go to hell…
Imagine que você, um garoto novato na cidade, em seu primeiro dia de escola, seja convidado à uma guerra de bola de neve… depois de alguns acontecimentos bizarros, você e seus queridos novos amigos vão para sua casa ler um livro de fantasia bem estranho. Você se despede dos miguxos, vai dormir e…
…omg, acorda num mundo semelhante ao seu jogo favorito, Final Fantasy. É basicamente isso que acontece no início do jogo, quase uma história de livro infantil. Mas é bem isso mesmo, a história é deveras infantil para um jogo com Final Fantasy no nome. Provavelmente os caras contrataram alguma criança de nove anos pra fazer a historinha inicial, e depois só continuaram, ó loco mey.
Mas essa história também tem sua parte interessante. Marche, o garoto novato na escola, Ritz, uma garota que todas as manhãs precisa tingir o cabelo (e como ele é naturalmente branco, costuma ser chamada de vovó) e Mewt, o típico nerd que acessa a nossa caverna e fala com seu ursinho, apanha e fica calado. Todos no mesmo time, na guerra de bola de neve (que por sinal é a primeira batalha do jogo) na escola. Mas claro, o time inimigo TRAPACEIA e joga PEDRAS no Mewt. Crueldade pura!
Os amigos então resolvem ler um livro estranho na casa de Marche (no caminho encontram o pai bêbado de Mewt, mas isso é outra história), onde podese perceber mais um personagem: o irmão tetraplégico do Marche (cruel, não acha?). Depois de lerem o livro e irem dormir, todos acordam num mundo mágikow, onde a St. Ivalice, onde eles moravam, acabam virando apenas Ivalice, onde existem humanos, moogles e essas loucuras todas.
E aí que vem o mais interessante. Nesse mundo tudo muda: das roupas até as possibilidades. Quando chega no mundo novo, depois de chamar Bangaas de lagartos e ter ajuda de um Moogle seu parceiro (Ritz e Mewt também tem seus “parceiros no novo mundo”), o jogo começa de verdade, com Marche fundando um CLAN. Eu poderia revelar heavy spoilers aqui, mas não faço idéia de como fazer pra mudar a cor do texto.. damn, não quero me enfiar no meio de códigos feiosos.
[Editado: Só mais um detalhe. Vai rolar uns spoilerzinhos agora, então se você não quiser lê-los, pule logo para o trecho abaixo a imagem a seguir. Seguinte: nesse mundo, todos querem ficar lá, menos Marche. O irmão tetraplégico de Marche pode, por exemplo, andar, correr, dar mortal... a Ritz tem cabelo vermelho natural, o Mewt está com a mãe dele e o ursinho virou um personagem. Entretanto, fora do mundo imaginário de Ivalice, a mãe de Mewt já morreu.]
Fim dos Spoilers
Esse jogo é bem… diferente. São tantos elementos únicos que fico na dúvida de qual falar primeiro. Ok, primeiro de tudo, você não vai aprender habilidades subindo seu “level” escroto. O negócio aqui é bem diferente. Enquanto em FFT você aprende gastando JP, ou Job Points, em FFTA as armas te ensinam as habilidades. Cada uma precisa de um determinado número de AP, o normal após cada batalha é ganhar 40~50 AP. Já os JP, já não servem mais pra habilidades, e sim pra COMBOS, onde você e mais outros personagens podem fazer acrobacias infinitas no ar detonando o inimigo de um modo aleatório. Legalzinho.
Além disso, tem outro detalhe que MUITOS FÃS DE FFT CONCERTEZA NÃO GOSTARAM. É sobre o fato de ter Juízes no jogo, a cada dia que passa in-game, uma ou mais leis são selecionadas de uma lista. O número de leis varia do quanto você já avançou no jogo, e podem variar como NÃO PODER USAR ESPADAS, NÃO PODER USAR MAGIAS DE FOGO ou até a pior delas, NÃO PODER FERIR RAÇA TAL. Felizmente, em um certo ponto do jogo você poderá comprar Anti-Law Cards, que servem pra negar OU adicionar leis. Infelizmente adicionar essas leis na batalha é meio inútil, já que, com excessão da segundo batalha do game, o inimigo pode receber 80 cartões amarelos e.. nunca irá pra prisão. Isso aí, prisão! Se quebrar as leis, vai levar cartão amarelo/vermelho e vai ter que resolver isso lá na prisão. Crudelíssimo.
Marche, claro, não está sozinho. Você começa com um certo grupinho já pré-pronto, mas ao final de cada batalha, alguns inimigos podem querer ser seus miguxos e lutar ao teu lado. Se responder não, eles vão.. sair correndo e chorando. Sério. Existem também personagens especiais, alguns requerem que você termine o jogo, outros que faça todas as 300 missões (só umas 28 são obrigatórias!!!), ou seja, bastante horas de jogo. É isso aí.
Os gráficos do jogo são bem coloridinhos mesmo. Os personagens são meio anime, mas apenas meio. Muitos fãs de FFT não gostaram muito disso que eu sei, mas putz, eles gostam de um jogo onde os personagens nem nariz tem. E eu também.
O multiplayer é fraco. O principal ponto do porquê de que achar ele fraco é que, diferente do Tactics Ogre: The Knight of Lodis, o jogo não tem um modo “meu time vs. time do meu amigo”. É meio decepcionante, mas, sei lá..
É basicamente isso. Talvez não tão slow paced quando Tactics Ogre: The Knight of Lodis, mas ainda sim lento, como qualquer jogo de estratégia, portanto, nada recomendável aos miguxos do Counter-Strike. Jogão, vai render horas e horas de diversão e ainda tem um comercial BIZARRO americano, encerro com ele:
EVO – Search for Eden é mais um dos joguinhos malucos e pouco conhecidos do saudoso SUPER NINTENDO. Deixe-me comentar sobre ele, desta vez!
Você com certeza já ouviu falar naquela tal da teoria da evolução.. que as coisas evoluem e bleeehhh…. é justamente isso que o jogo passa. Já se imaginou, começar como um peixinho indefeso, e terminar o jogo como um.. sei lá, terrível pterodáctil!? Você pode!
Imagine a seguinte situação: tu tá sentadão aí na cadeira, navegando pelos seus sites preferidos, até que, sem nada pra fazer, encontra esse joguete:
Logo de cara você pode pensar “humnn, bad graphics!” ou “deve ser mais um de plataforma aleatório feito milhões”, mas de fato não é. E.V.O é um jogo bem divertidinho, um jogo meio que de plataforma contando sobre a teoria da evolução e mais algumas doideras tipo Gaia e Sol…
Então você vai lá, entusiasmado, arranjou a romzinha a fitinha e já inseriu na pasta do zsnes no seu SNES. O jogo roda, vem a historinha e você começa. O que você pode esperar desse jogo?
Poxa, o jogo tem até historinha, mas nem vou comentar ela porque é bobinha. Continuando, EVO não se concentra em gráficos. São bons, até, mas… mas…. nada novo. Até o menu parece ter sido retirado de algum Dragon Quest. Mas as animações são até bonitinhas, o peixe mordendo sua presa, bem legalzinho.
Anyway, vamos falar do que o jogo tem de bom: a jogabilidade, claro. Jogos sempre brilham aqui, EVO também é um deles. O esquema é simples: evoluir. Mas como? A cada inimigo morto (outros bichos, tipo você!), você come a carne dele e… ganha pontos de evolução. Existe uma lojinha, no menu do jogo, onde você pode trocar seu chifre, suas nadaddeiras ou talvez suas pernas, seu rabo, etc. É aí onde o jogo se centraliza. A cada capítulo (ou pelo menos na maioria), você ganha um novo “corpo”, e junto, novas partes compráveis, claro.
Quando você termina um capítulo,um portalzinho no estilo da foto acima abre e você entra automaticamente… claro, antes você deve enfrentar um chefe. Peixes suicidar ou abelhas retardadas, ou até YETI’s… e é esse negócio de evolução que acaba sendo o legal do jogo. Mas também traz talvez o problema mais grave.. se você quiser ter as melhores partes, prepare-se, vai ter que juntar muitos pontos que serão obtidos na famosa grind (quem joga MMORPG sabe do que se trata), pode deixar o jogo levemente monótono, sometimes.
Eu simplesmente não lembro de nenhuma música desse jogo. Nenhuma. Até de DBZ RPG eu já consegui lembrar, mas de EVO, nunca… ou melhor, nada que não seja o “ronc-ronc” que você faz quando morde o inimigo. Mas quem precisa de músicas quando se quer evoluir?
Enfim, resenha curta, eu sei, mas não tem muito o que falar. EVO é um puta joguinho divertido, e qualquer um que goste de mexer com evoluções e adora plataforma, TEM que jogar esse jogo. Cya!
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