Hoje, dia 19 de maio (apesar do wordpress ser bem adiantado e já contar hoje como dia 20), é um dia especial pra mim! :’D
Faz um tempinho que não posto por aqui, mas tinha que falar: estou MUITO feliz.
Coisas random da vida, né? \o/
Discussões de TUDO sobre o NADA.
Hoje, dia 19 de maio (apesar do wordpress ser bem adiantado e já contar hoje como dia 20), é um dia especial pra mim! :’D
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Coisas random da vida, né? \o/



Descanse em paz, meu gato.

Antes mesmo de adquirir meu DS, 6 dias atrás, eu já sabia alguns bons jogos pra ele. Estudei bastante o bixinho e até arrisquei me aventurar pelos emuladores (curiosamente, Draglade rodava perfeitamente no emulador no$GBA 2.6). Procurando roms pela letra “D” na nDASH, achei por MUITA sorte esse jogo.
Draglade, a princípio, parece aqueles jogos ultra cool anime graphic, o que é comum com games criados para atrair seu pivetada, sim, do naipe do seu priminho de 12 anos. E é realmente isso que Draglade é. Puramente cool, com abertura cantada e tudo, e o mais engraçado: não foi baseado num anime. Enfim, não julguem o jogo pela música de abertura de qualidade duvidosa.

Diferente de muitos jogos de luta, em Draglade há o modo Story e ele realmente é uma história. Há quatro personagens para escolher: Hibito (Fogo), Kyle (Água), Daichi (Terra) e Guy (Trovão). Já deu pra notar? O jogo combina luta, RPG e características Pokémon de elemento ganha de outro elemento. Tem uns oito tipos diferentes de elementos, então é bem legal.

Seguindo o modo história, cada personagem leva em média umas 8 horas pra terminar. O Story Mode não é curto, e segue uma história (varia de personagem pra personagem, mas no fim os objetivos são os mesmos). Falando em História, por FAVOR, não façam que nem eu esperando algo interessante dela. A história é TERRÍVEL. É pau a pau com Luminous Arc nesse ponto (não me joguem pedras, pelo pouco que joguei, não gostei de Luminous). Hibito sonha em ser um Major Grapper (título dado aos campeões no Grapping, ou seja, a luta do jogo, mais detalhes em breve) porque acha supa cool, o Guy quer virar também só pra poder treinar com gente forte, o Daichi quer salvar os animaizinhos da floresta, WHAT THE FUCK.
Felizmente eles deixam passar as cenas se apertar start.
E por favor, apertem. Não vale a pena gastar tempo vendo essa história. Típica historinha de anime retardado. Enfim.
O esquema de combate é o seguinte: quando tu tá lutando contra um oponente (como em qualquer jogo de luta), tu pode atacar normalmente com golpes fortes ou fracos, pode usar Bullets (tu cria teu deck com cartas que tu compra nas lojas ou ganha de inimigos/quests e tem variados efeitos, como aumentar seu ataque ou soltar uma magia de fogo louca no inimigo, que COM certeza vai tirar o dobro contra um oponente de gelo) ou ainda o inovador sistema de BEAT COMBOS. “Grapping”, nome dado pras lutas do game nada mais é do que pancadaria + música. E é aí que entra os Beat Combos. São uma combinação de notas que se deve apertar na hora certa (como em Guitar Hero, mas na Horizontal). O mais legal é que se pode CRIAR ou comprar em lojas Beat Combos pré prontos. Cada um possui seu próprio som, ritmo e tudo mais. Bem interessante.

Ah, e lembrando: o jogo possui sistema de Level, com limite no 99. Cofcofcof. Não é difícil subir de nível, em uma horinha fui do 50 pro 99 treinando no mesmo lugar. É bem interessante começar com 500 HP e terminar com 9999.
Além das clássicas lutas mano-a-mano, teu personagem também vai poder andar por cidades no modo Story. Falar com pessoas, fazer compras, etc. Pelo mapa mundo, ainda podes viajar pra regiões que habitam monstros, onde o jogo vira meio plataforma. Creio que entenderam.
Em questões musicais, ironicamente, o jogo é bem médiozinho. As músicas rapidamente se repetem nas cidades, assim como os efeitos sonoros: faltou variedade. Claro que temos os Beat Combos, mas eles não duram mais que 10 segundos, quiçá nem 5. Além do mais, não achei as músicas muito grudantes na minha cabeça.
Graficalmente lindo. É um 2D limpo e bonito, com boas animações de magia, varias posições de personagem e tudo mais. Eu simplesmente adoro saber que o 2D ainda vive. O DS tem o poder de fazer um ÓTIMO 2D, talvez por isso eu goste tanto dele.
Infelizmente não tive oportunidade de testar o multiplayer online via wifi dele. Já li que era lagado, mas não tenho certeza. Mas uma coisa, infelizmente, é certa: o modo online anda bem morto, com poucos online pra jogar. Uma pena.
Encerrando essa breve resenha, seguem aí algumas fotos de Draglade 2, previsto para o verão de 2008. Ou algo assim.



Adquiri um Nintendo DS recentemente (dia 14) e já endoidei.
Simplesmente QUERO resenhar alguns joguetes (viva o R4) aqui na Caverna! Anda meio desarrumada e suja, mas dou um jeito, né.
E tô pensando ainda num sistema de nota para as minhas resenhas. Se forem ver as que eu já fiz, TODAS foram sem nota. Eu apenas.. resenhei.
Cool, uh.
Agora tô saindo, pra mais uma idazinha no Kirby Canvas Curse.
Quando comecei esse blog, nem imaginava que fosse ter mais que 3,14 visitas por dia (sendo 2 minhas). Não sabia que ia me empolgar em momentos tão aleatórios para escrever. Nem imaginava que algum amigo meu ia se interessar por post novo ou o que for.
E acabou que foi bem diferente do que pensei. Fico feliz em saber disso. Bom, o blog vai aniversariar no dia 24, comemorando o primeiro ano de vida. Tenho que preparar algo legal pra postar nesse dia, uh?
Mas se você tá aqui, é porque provavelmente se interessa por games ou é um nerd mesmo. Se a segunda opção for o seu caso, continue. Se não for, continue também, porra. Keep reading.
Normalmente, quando uma pessoa joga demais signfica que ela está viciada. Não só com jogos… qualquer coisa pode ser um vício. Pode ser um vício mais… doentio, ou algo mais leve. Aparentemente alguns jogos foram preparados ESPECIALMENTE pra fazer que tu se tranque em casa até chegar naquele level 50 e catar aquele cavalo alado.
A empresa cujo os jogos são os mais filhadaputamente viciantes atualmente? Eu diria sem o menor resquício de dúvida que é a Blizzard.

A famosíssima Blizzard é o tipo de empresa que eu diria que aposta na qualidade, e não na quantidade. Dá pra contar nos dedos das mãos o número de jogos dela, e mesmo assim ela consegue ganhar 120 milhões de DÓLARES/mês só com World of Warcraft.
O motivo é simples. Jogadores desejam diversão nos jogos, isso é óbvio. Ou a Blizzard capricha muito nas mensagens subliminares, ou então o jogo é bem trabalhado mesmo. E essa última opção é perfeitamente aceitável!
Vejamos antes um jogo que todo mundo deve ter ouvido falar, pelo menos. Diablo II. Uma melhora significante se comparado com sua primeira edição. Diablo II traz ao jogador um processo de criação de personagem, onde se escolhe um nome e uma classe. São cinco classes, sete com a expansão, cada uma contando com 30 habilidades diferentes, divididas em três “árvores” com 10 habilidades cada. A cada nível obtido no jogo, você pode colocar um ponto nessas habilidades, tornando seu personagem cada vez mais forte, resistente etc.
Cada habilidade costuma ter um nível máximo de 20. Ou seja, seriam necessários (20*10=200) pontos para ter todas as habilidades de UMA ÚNICA ÁRVORE no nível máximo. Infelizmente, isso acaba sendo inviável visto que o sistema do jogo traz uma limitação no nível máximo: 99.

E isso, aliado com o fato do jogo não ter um sistema de “resetar pontos de habilidade gastos”, me levou até uma teoria… a Blizzard faz o jogador ter que se esforçar demais!
Tendo em vista que chegar no nível máximo é demorado e que seu personagem não vai ter provavelmente mais de 3 ou 4 habilidades maximizadas, isso provavelmente faria o jogador criar outro personagem (são SETE classes com a expansão, pense nisso) e tentar outra combinação.
Certo, tem gente que não tem saco. Mas a maioria com certeza adora ver seu personagem com pontos bem distribuídos e tudo mais.
Até que eu joguei World of Warcraft.
Provavelmente o melhor MMORPG (se não sabe o que é, o que diabos faz lendo meu blog!?) da atualidade. LITERALMENTE MILHÕES DE RETARDADOS JÁ SE VICIARAM NESSE JOGO. Há cerca de 10 milhões de players ativos no mundo inteiro. É gente demais.

Mas a Blizzard foi BEM mais boazinha e pegou bem mais leve com World of Warcraft. Diferente de Diablo 2, ao invés de sete classes, em WoW temos nove (e uma Hero Class vindo por aí na próxima expansão). Outro diferencial é que cada uma dessas classes são divididas entre raças, e as raças em facções (Aliança e Horda). Quem quiser mais detalhes, vão atrás, arranjem o joguete e jogueteiem até a morte.
Até a morte. Foram registrados casos de gente que MORREU de tanto jogar World of Warcraft, de tanto se preparar pras Instances do jogo…
Continuando, a Blizzard foi boazinha e deu a possibilidade de seu personagem resetar seus pontos (em WoW, são gastos em Talentos, um sistema diferente de Diablo 2, que usava os pontos nas Habilidades) e tudo mais. Não tinha a sickness do Diablo, que fazia você jogar feito retardado, sem querer botar um pontinho errado e acabar errando a construção do teu personagem, fodendo-o de forma espetacular.
E aí que tá. Se WoW não era um jogo for retards como foi com Diablo, como ele conseguia a proeza de viciar quem tá atrás do monitor?
E aí eu mandei tudo pra puta que pariu e vi que a Blizzard é boa mesmo. Podem ter várias empresas que criem jogos bons. A Blizzard é uma dessas. Cada mínimo detalhe, cada easter egg, cada curiosidade… tudo cuidadosamente criado. Mentes brilhantes, os programadores.
Com sucessos como Starcraft, Diablo, Warcraft e Rock’n Roll Racing, não dá pra pagar um pequeno pau pela Blizzard. Se jogar um dos games dela, pode ter certeza que há grandes chances dele te viciar (se o estilo do jogo te parecer agradável, claro). E a sua alma será dela. Hohoh.
E como aparentemente tudo que faz sucesso, tem neguinho copiando, jogos como Sacred, MU Online e tantos outros podem ser vistos como uma espécie de plágio de Diablo sim, na minha opinião. Mas que Diablo foi o pioneiro, oh, sim.
Bom, durante os próximos dois dias (bom, são quase 2 da manhã… podemos dizer que hoje já é dia 8, hmmmm…) tentarei fazer mais um FAQzinho. Lembra do meu de Castlevania: Circle of the Moon? Não? Bom, eu lembro. Faz exatamente 365 dias e 8 horas que comecei a fazer o guia de CotM, cujo término ocorreu só no outro dia (9). Pretendo fazer de Mega Man X, o primeiro de Super Nintendo, muito em breve.
Dedos vão doer.
Esqueçam Mario World, não, não. Encontrei um melhor, na minha opinião. Eu jogava quando era pivete, e tinha sérios problemas com esse jogo. O que eu posso dizer? É um bom joguete, mas um tantinho difícil. Algumas fases, principalmente nos últimos dois World’s, são extremamente retardadas, um completo LABIRINTO de canos e salas ENORMES, de todas as formas virtualmente possíveis, mas igualmente frustrantes. O cara que inventou esse sétimo World nesse jogo certamente era um sádico filho da puta que queria ver a pivetada se FODENDO, por um motivo chamado “tempo”. As fases tem tempo, oras. O motivo disso eu ainda não sei, muito menos a razão pelo qual o Mario nunca fica sem oxigênio debaixo d’água.
Mas não importa. Super Mario Bros. 3, que era original do NES, mas que só tive a oportunidade de jogar no SNES, é o melhor joguete do bigodudo dos consoles de 16-Bits, na minha opinião. Marca na nossa infância, sabe? É legal isso. E esse foi o último jogo que zerei em 2007, mais precisamente às 8:50 PM.
O jogo é composto de diferentes mundos. O primeiro é bem normal, eu ainda lembro até hoje da primeira fase todinha. No segundo mundo já temos uma temática desértica, um enorme deserto, pirâmides, areia movediça, entre outras bobagens. No terceiro, o tema já muda pra água: fases sempre no meio da água, ou então próximas dele. Tem até uma canoazinha que tu pode pegar, pra ir numas casinhas de itens no mapa mundo desse World.
E assim segue. Os próximos World’s tem como temas coisas como monstros gigantes, labirinto de canos, uma torre que faz tu subir acima das nuvens, uma terra gelada com plantas carnívoras que brincam de ficar jogando bola pro alto, entre outras coisas completamente normais.
Mas existe um acessório nesta porra que faz todos esses mundos serem inúteis, principalmente o 2, 3, 5 e 6. É a flauta. Um item bem retardado, talvez. Quando tu usa ela, uma nuvem vem OUT OF NOWHERE catar o mario e passar ele para outros mundos, numa espécie de “mapa do mundo dos mundos”. Vão ter varios canos lá, e é só escolher um e hop in.

E você, conhece esse jogo?
Finalmente entramos em mais um ano! Que maravilha.
Felicidades pra todo mundo. O meu 2007 foi que nem eu escrevi ali em baixo. E o seu?
Que fique bem claro que agora são 21:53, e que o relógio do blog tá errado.. nem sei ajeitar, sei lá.
E caiu uma LÁGRIMA aqui enquanto eu pensava nas coisas boas de 2007.
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